Bebado no onibus
um bebado estava em um onibus, chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mae rainha eu serei o principe.
depois de 10 minutos ele chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mae rainha eu serei o principe.
depois de 10 minutos ele chegou para o cobrador e disse:
- se meu pai fosse um rei e minha mae rainha eu serei o principe.
o cobrador irritado disse:
- e se seu pai fosse gay e tua mae uma puta o que voce seria?
o bebado disse:
- eu seria conbrador de onibus.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Um conto
O MATE DO JOÃO CARDOSO
— A la fresca!… que demorou a tal fritada! Vancê reparou?
Quando nos apeamos era a pino do meio-dia... e são três horas, largas!... Cá pra mim esta gente esperou que as franguinhas se pusessem galinhas e depois botassem, para depois apanharem os ovos e só então bater esta fritada encantada, que vai nos atrasar a troteada, obra de duas léguas... de beiço!...
Isto até faz-me lembrar um caso.. . Vancê nunca ouviu falar do João Cardoso?... Não?... É pena.
O João Cardoso era um sujeito que vivia por aqueles meios do Passo da Maria Gomes; bom velho, muito estimado, mas chalrador como trinta e que dava um dente por dois dedos de prosa, e mui amigo de novidades.
Também... naquele tempo não havia jornais, e o que se ouvia e se contava ia de boca em boca, de ouvido para ouvido. Eu, o primeiro jornal que vi na minha vida foi em Pelotas mesmo, aí por 1851.
Pois, como dizia: não passava andante pela porta ou mais longe ou mais distante, que o velho João Cardoso não chamasse, risonho, e renitente como mosca de ramada; e aí no mais já enxotava a cachorrada, e puxando o pito de detrás da orelha, pigarreava e dizia:
¾ Olá! Amigo! apeie-se; descanse um pouco! Venha tomar um amargo! É um instantinho.... crioulo?!…
O andante, agradecido à sorte, aceitava… menos algum ressabiado, já se vê.
— Então que há de novo? (E para dentro de casa, com uma voz de trovão, ordenava:) Oh! crioulo! Traz mate!
E já se botava na conversa, falava, indagava, pedia as novas, dava as que sabia; ria-se, metia opiniões, aprovava umas cousas, ficava buzina com outras...
E o tempo ia passando. O andante olhava para o cavalo, que já tinha refrescado; olhava para o sol que subia ou descambava… e mexia o corpo para levantar-se.
¾Bueno! são horas, seu João Cardoso; vou marchando!…
— Espere, homem! Só um instantinho! Oh! crioulo, olha esse mate!
E retomava a chalra. Nisto o crioulo já calejado e sabido, chegava-se-lhe manhoso e cochichava-lhe no ouvido:
— Sr., não tem mais erva!…
— Traz dessa mesma! Não demores, crioulo!...
E o tempo ia correndo, como água de sanga cheia.
Outra vez o andante se aprumava:
— Seu João Cardoso, vou-me tocando… Passe bem!
— Espera, homem de Deus! É enquanto a galinha lambe a orelha!… Oh! crioulo!… olha esse mate, diabo!
E outra vez o negro, no ouvido dele:
— Mas, sr!… não tem mais erva!
— Traz dessa mesma, bandalho!
E o carvão sumia-se largando sobre o paisano uma riscada do branco dos olhos, como encarnicando...
Por fim o andante não agüentava mais e parava patrulha:
— Passe bem, seu João Cardoso! Agora vou mesmo. Até a vista!
— Ora, patrício, espere! Oh crioulo, olha o mate!
— Não! não mande vir, obrigado! Pra volta!
¾ Pois sim…, porém dói-me que você se vá sem querer tomar um amargo neste rancho. É um instantinho... oh! crioulo!
Porém o outro já dava de rédea, resolvido à retirada.
E o velho João Cardoso acompanhava-o até a beira da estrada e ainda teimava:
— Quando passar, apeie-se! O chimarrão, aqui, nunca se corta, está sempre pronto! Boa viagem! Se quer esperar... olhe que é um instantinho... Oh! crioulo!…
Mas o embuçalado já tocava a trote largo.
Os mates do João Cardoso criaram fama… A gente daquele tempo, até, quando queria dizer que uma cousa era tardia, demorada, maçante, embrulhona, dizia — está como o mate do João Cardoso!
A verdade é que em muita casa e por muitos motivos, ainda às vezes parece-me escutar o João Cardoso, velho de guerra, repetir ao seu crioulo:
— Traz dessa mesma, diabo, que aqui o sr. tem pressa!...
— Vancê já não tem topado disso?…
— A la fresca!… que demorou a tal fritada! Vancê reparou?
Quando nos apeamos era a pino do meio-dia... e são três horas, largas!... Cá pra mim esta gente esperou que as franguinhas se pusessem galinhas e depois botassem, para depois apanharem os ovos e só então bater esta fritada encantada, que vai nos atrasar a troteada, obra de duas léguas... de beiço!...
Isto até faz-me lembrar um caso.. . Vancê nunca ouviu falar do João Cardoso?... Não?... É pena.
O João Cardoso era um sujeito que vivia por aqueles meios do Passo da Maria Gomes; bom velho, muito estimado, mas chalrador como trinta e que dava um dente por dois dedos de prosa, e mui amigo de novidades.
Também... naquele tempo não havia jornais, e o que se ouvia e se contava ia de boca em boca, de ouvido para ouvido. Eu, o primeiro jornal que vi na minha vida foi em Pelotas mesmo, aí por 1851.
Pois, como dizia: não passava andante pela porta ou mais longe ou mais distante, que o velho João Cardoso não chamasse, risonho, e renitente como mosca de ramada; e aí no mais já enxotava a cachorrada, e puxando o pito de detrás da orelha, pigarreava e dizia:
¾ Olá! Amigo! apeie-se; descanse um pouco! Venha tomar um amargo! É um instantinho.... crioulo?!…
O andante, agradecido à sorte, aceitava… menos algum ressabiado, já se vê.
— Então que há de novo? (E para dentro de casa, com uma voz de trovão, ordenava:) Oh! crioulo! Traz mate!
E já se botava na conversa, falava, indagava, pedia as novas, dava as que sabia; ria-se, metia opiniões, aprovava umas cousas, ficava buzina com outras...
E o tempo ia passando. O andante olhava para o cavalo, que já tinha refrescado; olhava para o sol que subia ou descambava… e mexia o corpo para levantar-se.
¾Bueno! são horas, seu João Cardoso; vou marchando!…
— Espere, homem! Só um instantinho! Oh! crioulo, olha esse mate!
E retomava a chalra. Nisto o crioulo já calejado e sabido, chegava-se-lhe manhoso e cochichava-lhe no ouvido:
— Sr., não tem mais erva!…
— Traz dessa mesma! Não demores, crioulo!...
E o tempo ia correndo, como água de sanga cheia.
Outra vez o andante se aprumava:
— Seu João Cardoso, vou-me tocando… Passe bem!
— Espera, homem de Deus! É enquanto a galinha lambe a orelha!… Oh! crioulo!… olha esse mate, diabo!
E outra vez o negro, no ouvido dele:
— Mas, sr!… não tem mais erva!
— Traz dessa mesma, bandalho!
E o carvão sumia-se largando sobre o paisano uma riscada do branco dos olhos, como encarnicando...
Por fim o andante não agüentava mais e parava patrulha:
— Passe bem, seu João Cardoso! Agora vou mesmo. Até a vista!
— Ora, patrício, espere! Oh crioulo, olha o mate!
— Não! não mande vir, obrigado! Pra volta!
¾ Pois sim…, porém dói-me que você se vá sem querer tomar um amargo neste rancho. É um instantinho... oh! crioulo!
Porém o outro já dava de rédea, resolvido à retirada.
E o velho João Cardoso acompanhava-o até a beira da estrada e ainda teimava:
— Quando passar, apeie-se! O chimarrão, aqui, nunca se corta, está sempre pronto! Boa viagem! Se quer esperar... olhe que é um instantinho... Oh! crioulo!…
Mas o embuçalado já tocava a trote largo.
Os mates do João Cardoso criaram fama… A gente daquele tempo, até, quando queria dizer que uma cousa era tardia, demorada, maçante, embrulhona, dizia — está como o mate do João Cardoso!
A verdade é que em muita casa e por muitos motivos, ainda às vezes parece-me escutar o João Cardoso, velho de guerra, repetir ao seu crioulo:
— Traz dessa mesma, diabo, que aqui o sr. tem pressa!...
— Vancê já não tem topado disso?…
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Ser gaucho é ......
- Levar um balaço de 38 e gritar: "Quase me acertaram, tchê!"
- Levar um coice nas fuça e dizer: "Mosquito filho da puta!"
- Beber chimarrão pelando de quente, e quando escorre uma lágrima dizer que
é "Saudade do Rio Grande".
- Montar em cavalo xucro e só apear depois de manso.
- Tirar espinho do "garrão" com a ponta do facão.
- Dormir na geada e acordar suando.
- Fazer charque de carne de cabeça e dizer: "É bem bom!"
- Usar azeite de mocotó no cabelo e lavar com sabão de casa.
- Comparar o mar ao campo, mas com a desvantagem de que afunda.
- Discordar que o umbigo é o centro do mundo, porque todo mundo sabe que é o Rio Grande.
- Fazer divisa com 3 países: Argentina, Uruguai e Brasil. (Mas ah,
Porquera)!!!
- Palitar os dentes com o espeto.
- Matar a sede com vinagre.
- Fazer a barba com facão e passar querosene.
- Passar a Lua-de-mel em São José dos Ausentes, no inverno. (E não encolher o pinto)
- Não usar esponja no banho, mas um pedaço de telha.
- Dizer que não é orgulhoso, apenas não cabresteia para qualquer um.
- Não se deprimir, mas ficar de orelha murcha.
- Nunca ficar em apuros, mas no mato sem cachorro.
- Cobrir a prenda e soltar um relincho de bagual na hora do orgasmo.
- Defender o principio de que toda mulher deve lutar pela sua igualdade,
desde que não interfira no serviço da casa.
Sou Gaúcho, tchê!!! E isso me basta!!!!
- Levar um coice nas fuça e dizer: "Mosquito filho da puta!"
- Beber chimarrão pelando de quente, e quando escorre uma lágrima dizer que
é "Saudade do Rio Grande".
- Montar em cavalo xucro e só apear depois de manso.
- Tirar espinho do "garrão" com a ponta do facão.
- Dormir na geada e acordar suando.
- Fazer charque de carne de cabeça e dizer: "É bem bom!"
- Usar azeite de mocotó no cabelo e lavar com sabão de casa.
- Comparar o mar ao campo, mas com a desvantagem de que afunda.
- Discordar que o umbigo é o centro do mundo, porque todo mundo sabe que é o Rio Grande.
- Fazer divisa com 3 países: Argentina, Uruguai e Brasil. (Mas ah,
Porquera)!!!
- Palitar os dentes com o espeto.
- Matar a sede com vinagre.
- Fazer a barba com facão e passar querosene.
- Passar a Lua-de-mel em São José dos Ausentes, no inverno. (E não encolher o pinto)
- Não usar esponja no banho, mas um pedaço de telha.
- Dizer que não é orgulhoso, apenas não cabresteia para qualquer um.
- Não se deprimir, mas ficar de orelha murcha.
- Nunca ficar em apuros, mas no mato sem cachorro.
- Cobrir a prenda e soltar um relincho de bagual na hora do orgasmo.
- Defender o principio de que toda mulher deve lutar pela sua igualdade,
desde que não interfira no serviço da casa.
Sou Gaúcho, tchê!!! E isso me basta!!!!
Do editor ......
Depois de algumas piadas apresento meu blog : como viram vai ter muito humor , mas também vamos falar , contar e mostrar muitas coisas de valor. Aproveitem.....
Rivalidade Argentina
Estavam certa vez, o americano, o argentino e o brasileiro, na China, bebendo umas e outras em praça pública, coisa que é proibida nesse país.
Foram presos e levados ao juíz.
O juíz os condenou a 20 chibatadas.
Como era transição entre o ano do galo e o tigre, tinham direito, isso todos os prisioneiros, a um pedido, desde que não fosse escapar da punição.
O juíz falou: "Americano, vcs são um povinho de merda, metidos a besta, prepotentes, acham que são os donos do mundo, mas mesmo assim lhe concedo o pedido, pode pedir".
O americano fala: "Amarrem um travesseiro nas minhas costas".
Lá pela décima chibatada, o travesseiro rompe e acaba levando mais 10 cibatadas no couro limpo.
"Argentino. Vcs sim são um povo de merda mesmo, cheio de marra, êta gente chata, como vcs nunca vi, mas vou ter de lhe conceder o pedido".
"Amarrem 2 travesseiros nas minhas costas". Diz o argentino. Depois da 15ª chibatada os travesseiros não aguentam a força das chibatadas e acaba levando 5 chibatadas sem qualquer proteção.
Chega a vez do brasileiro..."Brasileiro", diz o juíz, vcs são um povo exemplar, povo sofrido, vive na miséria, trabalhador e mesmo assim mantém o bom-humor, ao invés de um pedido, vou quebrar o protocolo e lhe favorecer a dois pedidos. Pode pedir.
o brasileiro fala: " Não quero levar 20 chibatadas e sim 200". O juíz se espantou, mas tudo bem, o cara era brasileiro. e pergunta: " Qual é o 2º pedido?"
"Amarrem o argentino nas minhas costas".
Foram presos e levados ao juíz.
O juíz os condenou a 20 chibatadas.
Como era transição entre o ano do galo e o tigre, tinham direito, isso todos os prisioneiros, a um pedido, desde que não fosse escapar da punição.
O juíz falou: "Americano, vcs são um povinho de merda, metidos a besta, prepotentes, acham que são os donos do mundo, mas mesmo assim lhe concedo o pedido, pode pedir".
O americano fala: "Amarrem um travesseiro nas minhas costas".
Lá pela décima chibatada, o travesseiro rompe e acaba levando mais 10 cibatadas no couro limpo.
"Argentino. Vcs sim são um povo de merda mesmo, cheio de marra, êta gente chata, como vcs nunca vi, mas vou ter de lhe conceder o pedido".
"Amarrem 2 travesseiros nas minhas costas". Diz o argentino. Depois da 15ª chibatada os travesseiros não aguentam a força das chibatadas e acaba levando 5 chibatadas sem qualquer proteção.
Chega a vez do brasileiro..."Brasileiro", diz o juíz, vcs são um povo exemplar, povo sofrido, vive na miséria, trabalhador e mesmo assim mantém o bom-humor, ao invés de um pedido, vou quebrar o protocolo e lhe favorecer a dois pedidos. Pode pedir.
o brasileiro fala: " Não quero levar 20 chibatadas e sim 200". O juíz se espantou, mas tudo bem, o cara era brasileiro. e pergunta: " Qual é o 2º pedido?"
"Amarrem o argentino nas minhas costas".
domingo, 28 de junho de 2009
Uma piadinha pra começar.
Competição na Classe
professora divide a classe em dois grupos e decide fazer uma disputa de perguntas. Para que Joãozinho não atrapalhe, ela o coloca no grupo dos inteligentes. Aproveitando-se disso, ele grita para o outro grupo:
— Nós vamos arrasar com vocês, cambada de idiotas!
Começa a disputa...
— Quem descobriu a América?
O grupo de Joãozinho responde:
— Cristóvão Colombo!
E o Joãozinho grita:
— EU NÃO FALEI? BANDO DE ORELHUDOS, 1 A 0!
A professora o repreende:
— Cala a boca, Joãozinho!
Segunda pergunta:
— Que idioma se fala na Espanha?
O grupo de Joãozinho responde:
— Espanhol, fessora!
E o Joãozinho:
— VIRAM SÓ, SEUS FILHOS DUMA ÉGUA? 2 A 0!
A professora o repreende mais uma vez:
— Cala a boca, Joãozinho!
Terceira pergunta:
— Como Cristóvão Colombo chegou à América?
O grupo de Joãozinho responde:
— Nas caravelas.
Joãozinho, emocionadíssimo, diz:
— Eu bem que avisei, seus sacos de merda! 3 a 0!
A professora, de saco cheio, grita:
— JOÃOZINHO! LEVANTA E SAI, PORRA!
E ele, de imediato:
— PÊNIS, fessora! Show! 4 a 0, seus babacas!
Indignada, ela voltar a gritar:
— JOÃOZINHO, SAI E NÃO VOLTA MAIS!
Joãozinho responde contente:
— O COCÔ, fessora! Ha! ha! ha! Se ferraram, 5 a 0! GANHAMOS!,
professora divide a classe em dois grupos e decide fazer uma disputa de perguntas. Para que Joãozinho não atrapalhe, ela o coloca no grupo dos inteligentes. Aproveitando-se disso, ele grita para o outro grupo:
— Nós vamos arrasar com vocês, cambada de idiotas!
Começa a disputa...
— Quem descobriu a América?
O grupo de Joãozinho responde:
— Cristóvão Colombo!
E o Joãozinho grita:
— EU NÃO FALEI? BANDO DE ORELHUDOS, 1 A 0!
A professora o repreende:
— Cala a boca, Joãozinho!
Segunda pergunta:
— Que idioma se fala na Espanha?
O grupo de Joãozinho responde:
— Espanhol, fessora!
E o Joãozinho:
— VIRAM SÓ, SEUS FILHOS DUMA ÉGUA? 2 A 0!
A professora o repreende mais uma vez:
— Cala a boca, Joãozinho!
Terceira pergunta:
— Como Cristóvão Colombo chegou à América?
O grupo de Joãozinho responde:
— Nas caravelas.
Joãozinho, emocionadíssimo, diz:
— Eu bem que avisei, seus sacos de merda! 3 a 0!
A professora, de saco cheio, grita:
— JOÃOZINHO! LEVANTA E SAI, PORRA!
E ele, de imediato:
— PÊNIS, fessora! Show! 4 a 0, seus babacas!
Indignada, ela voltar a gritar:
— JOÃOZINHO, SAI E NÃO VOLTA MAIS!
Joãozinho responde contente:
— O COCÔ, fessora! Ha! ha! ha! Se ferraram, 5 a 0! GANHAMOS!,
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